quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

NOVOS CORPOS DIRECTIVOS ELEITOS EM ASSEMBLEIA GERAL NO DIA 13/12/2014-

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente - Maria Amélia Gomes Barros da Lomba
Vice-Presidente - Rosa de Jesus Assis Araújo
Secretário - Alfredo Cardoso
Relator - Patrícia Ângela Soares Silva

DIRECÇÃO
Presidente -  Carlos Mariano Manuel
Vice-Presidente - Carlos Alberto Simões Ferreira
Vice-Presidente Maria Arleth Monteiro Jardim
Vice-Presidente - Maria Cristina Ataíde e Pinto
Secretário-Geral - Victor de Jesus Fortes
Secretário-Geral Adj. - David José Manuel Martins
Secretário-Tesoureiro - Judith Cirilo de Sá
Vogais Efectivos: - Victor Nicolau de Sousa Araújo
                              - Zenóbia Barbosa Bessa
                              - Luís Henrique Pereira
                              - Gina Maria de Carvalho
                              - Joaquim Salvador Augusto

CONSELHO FISCAL E JURISDICIONAL
Presidente - António de Oliveira Madaleno
Vice-Presidente - Francisco Filomeno Vieira Lopes
Vogal Osvaldo Castelo Branco


Assembleia Geral
 
Presidente. eleito - Dr. Carlos Mariano Manuel


Jantar de confraternização

quarta-feira, 10 de julho de 2013






VENHA CONNOSCO * VENHA COM AS MAMÃS DO SAMBIZANGA, RANGEL, CAZENGA, SAMBA, ETC.... VENHA COM AS MAMÃS DAS IGREJAS DE LUANDA.


Temos de 8 a 10 autocarros preparados para esse efeito. As inscrições estão a ser feitas na Liga Africana, nas Paróquias e nas Administrações Municipais até ao dia 25/07.

Os interessados pagam uma pequena parcela do valor total, ou seja, a viagem com os acessórios tem um custo de 6.000, kzs por pessoa mas só paga 2.000,00. 

Esse valor cobre a viagem de autocarro - ida e volta e ...

Senhoras - 1 fita de identificação, 1 chapéu ou lenço e 1 camisola. Se desejar um pano com a imagem da Sra. da Muxima, poderá adquiri-lo ao preço de 1.000,00 Kzs

Homens - 1 fita de identificaçao, 1 boné e 1 camisola.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Secretário de Estado da Cultura, Cornélio Calei, anuncia
Conferência Internacional sobre o reino do Ndongo e Matamba em 2013.

A primeira conferência internacional sobre o reino do Ndongo e da Matamba será organizada no próximo

ano pelo Ministério da Cultura, para satisfazer uma das exigências de quase meia década levantada pela ssociação dos Naturais e Amigos do Município de Marimba (ANA – Marimba).

O secretário de Estado da Cultura, Cornélio Calei, que anunciou a boa em Dezembro, em Malanje, na sessão de encerramento do primeiro encontro nacional sobre o respectivo território (Ndongo) “em busca do passado”, envidou todas as forças vivas da sociedade a juntarem-se para cumprir este propósito.

“Estas iniciativas não vinculam só, certamente, o governo provincial ou o Ministério da Cultura. Vinculam toda a sociedade”, frisou o governante, transmitindo a mensagem da ministra da tutela, Rosa Cruz e Silva.

Ao relacionar o evento de âmbito internacional com o nacional, Cornélio Calei clarificou que os reinos do Ndongo e da Matamba apareceram depois da convivência com o reino do Congo, enquanto que os do planalto central, por exemplo, o do Bailundo, foram fundados pelos filhos do Ndongo. Isto, “depois dos filhos terem permanecido durante muito tempo na Cipala, hoje Kibala”, afirmou, citando um prelector do evento.Igualmente historiador, Calei voltou a interligar o surgimento de várias nações no mundo dada a especificidade de cada região, no caso concreto de Angola, “à região do Ndongo e Matamba, pela resistência contínua depois do Congo ter adormecido por causa do cristianismo e outros entraves de ordem conjuntural, resistiram e lentamente transmitiram essa resistência aos outros povos”.

O secretário de Estado da Cultura afirmou que para os pronunciamentos do encontro de Malanje não se limitarem apenas aos dois reinos devem ser extensivos aos demais, convidando todos os angolanos a unirem esforços de  forma a descobrirem os itinerários utilizados pelos reis do Ndongo e Matamba “para que as suas mensagens chegassem até ao fundo daquilo a que se chama hoje Angola, de Cabinda ao Cunene”.

O primeiro encontro sobre a região do Ndongo, decorrido no anfiteatro do Instituto Médio Agrário de Malanje
(sector do Quéssua), com a presença de cerca de 250 delegados das províncias de Malanje, Kwanza-Norte,
Kwanza-Sul e Bengo, recomendou à ANA - Marimba (organizadora) que situe “em Mukulu-A-Ngola os túmulos sagrados de Ngola Kiluanje, Nginga Mbande, Ngola Kanini, Ngola Mbande e do Padre Capuchinho, também conhecido por Ngunza”.

O reconhecimento oficial das referidas sepulturas, do local, assim como a construção de um memorial para honrar aqueles heróis foi outra decisão tomada, depois de aturadas discussões entre representantes de diferentes órgãos públicos, entidades eclesiásticas, dos órgãos de defesa, segurança e ordem interna, técnicos do Ministério da Cultura, historiadores, autoridades tradicionais, membros da organização da sociedade civil organizada, estudantes e interessados.

A reunião de Malanje, que teve o apoio institucional do sector da tutela e do Governo Provincial de Malanje, para engrandecer o arquivo histórico sobre o território, defendeu “a recolha de depoimentos sobre o poder político, económico, social e militar dos Ngolas e a clarificação das divergências de opinião em torno do Ndongo”, assim como achou ser necessária que as fontes orais sejam acreditadas.

Doravante, os reis da região voltarão a ser denominados “Muene”, como no passado, enquanto que a promoção da coesão no seio das autoridades tradicionais de Cabinda ao Cunene foi outra novidade.

São ainda chamados “para o combate à prática da feitiçaria e de outras práticas nocivas ao desenvolvimento das comunidades”.

O arcebispo da arquidiocese de Malanje, Dom Roberto Benedito, acompanhou do primeiro ao último minuto o evento, e apelou a políticas sociais de crescimento e desenvolvimento adequadas e compatíveis com as aspirações e necessidades das populações das regiões do Ndongo.
Novo JornalIsaías Soares, em Malanje

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

LIGA AFRICANA HOMENAGEIA

A Direcção da Liga Africana, herdeira espiritual da Liga Nacional Africana homenageou nos passados dias 16, 17 e 18 de Novembro vários nacionalistas naturais do Kuanza-Norte: Augusto Silvério Ferreira, Rodrigo Teles Pereira Bravo, Mariano Pereira Bravo, Amílcar Carreira, Abel Correia Victor, Gervásio Ferreira Viana, Monsenhor Manuel Mendes das Neves, Manuel Ramos da Cruz, Joaquim Pinto de Andrade e Mário Pinto de Andrade. https://www.facebook.com/#!/ligaafricana/photos_albums

terça-feira, 29 de maio de 2012

Mestre Kamosso - Exímio executor de Hungu
Um mestre “Abandonado”


Em 1927, nascia no município de Cassanzo, província do Bengo, Miguel Adão Banga ou simplesmente Kamosso.

Encontrado pelo repórter do "O Novo Jornal" que percorreu cerca de 60 quilómetros até ao município de Icolo e Bengo, na vila de Catete, em Luanda, para visitar o mestre do Hungu.

Hoje aos 85 anos, Kamosso enfrenta enormes dificuldades de saúde e para sobreviver faz um exercício titânico.

Fisicamente debilitado, olhar triste, roupas sujas, o mestre do hungu contou que se encontra numa situação de “miséria e abandono”. A sua condição social, de acordo com ele, contribui negativamente para o seu estado de saúde, que se tem revelado cada vez mais precário.

O mestre afirmou que o estado em que se encontra, representa uma “vergonha” para o Governo angolano e a sociedade em geral, por tudo que fez em prol da cultura nacional.

“É vergonha papá. Do jeito que estou, é uma vergonha para o nosso Governo. Para comer tenho de ir tocar na praça. Se eu tivesse aqui em casa um bocado de fuba, peixe e arroz não devia mais ir às barracas tocar.

As pernas não aguentam mais. Estou cansado”, afirmou Kamosso enquanto reclamava das fortes dores nas pernas que o afecta já há algum tempo.

Tocados por esta triste e lamentável situação, a Liga Africana solidariza-se com este mais velho e lança um veemente apelo ao Ministério da Cultura e à SOCIEDADE em geral, de ajuda a este simbolo da cultura nacional.

domingo, 27 de maio de 2012

Liga Africana perde mais um membro fundador


Narciso Coche da Costa

A Liga Africana perde mais um membro fundador.

Narciso Coche da Costa, sócio fundador e Secretário-geral Adjunto da Liga Africana, morreu no passado dia 24/05/2012, após prolongada doença.

Nesta hora de dor e consternação, a Direcção, em nome de todo o corpo directivo e sócios da Liga Africana, endereça aos familiares os mais profundos sentimentos de pesar pela perda deste ilustre filho de Angola.

Paz à sua alma.

Liga Africana organiza Fórum

Novo Jornal - Edição nº 227 - 25 de Maio 2012 Associações cívicas discutem papel de Angola na CPLP

O papel de Angola na Comunidade de países de Língua oficial Portuguesa (CPLP) é o tema de um fórum a ser realizado no mês de Julho, em Luanda, pela Liga Africana, em parceria com a Federação Portuguesa das Associações Cívicas do Espaço Lusófono (FACEL), soube o Novo Jornal junto da organização do evento.

De acordo com Jaime Araújo, coordenador da comissão preparatória e vice-presidente da Liga Africana, o fórum, para além de avaliar a missão de Angola na CPLP, irá igualmente abordar o uso da língua portuguesa como troca de valores culturais entre os lusófonos.

Aquele líder associativo entende que a lusofonia não está somente centrada na língua portuguesa, como meio de comunicação e unidade dos povos, mas “na troca de valores sociais e culturais, para que haja unicidade espiritual” entre os membros da comunidade.

“O problema é espiritual e é necessário que essa comunidade se sinta igual e fraternal”, justificou
Jaime Araújo.

O aumento de mais Estados no seio da CPLP é uma outra situação que a Liga Africana pretende abordar no encontro. Jaime de Araújo afirma que a organização lusófona deveria estar mais empenhada no diálogo com as comunidades cívicas, para a compreensão dos problemas candentes que, no seu entender, ainda dividem a lusofonia.

“Quando se fala em lusofonia, deve-se pensar também na cultura, na dança e na forma de viver de outros povos da comunidade e não somente em aspectos políticos. A lusofonia é dar e receber. Significa falarmos a língua e comermos a comida de outros povos.

E vice-versa. As associações cívicas pretendem colaborar com estes aspectos na CPLP. Mas somos sempre preteridos em detrimentos dos assuntos políticos”, constatou.

Nos debates, de acordo com o interlocutor, pretende-se também analisar o fenómeno do regresso ao país de quadros angolanos formados na diáspora, para o preenchimento daquilo que chama de “desigualdade nas oportunidades laborais a favor dos estrangeiros” em Angola. “Há uma percentagem exagerada de técnicos estrangeiros a trabalhar em Angola.

Porque é que os angolanos que foram formar-se não regressam? Onde é que estão os angolanos”, questiona-se Jaime Araújo.

A par disso, a organização do fórum tenciona avaliar o processo escravocrata ocorrido nos séculos passados, que, segundo aquele líder associativo, “fertilizou as terras brasileiras”.

O coordenador explicou que o evento contará com a participação de representantes do Estado angolano e de outros Estados membros da CPLP, bem como de associações cívicas da organização lusófona.

Falando sobre o papel de Angola à frente dos destinos da lusofonia, o vice-presidente da Liga Africana dá nota positiva à presidência angolana na comunidade, afirmando que o Estado de Angola tem sabido corresponder com os programas traçados, neste seu primeiro mandato para o biénio 2010/2012. “Mas não são somente os assuntos políticos que fazem a lusofonia, há também os aspectos que já
referi, que são o intercâmbio cultural entre povos, convivência social, etc.

Isso, sim, é lusofonia”, conclui o entrevistado expectante pela realização do fórum.

A Liga Africana, sucessora espiritual da Liga Nacional Africana, é uma associação de utilidade pública criada ao abrigo da Lei 14/94, de 11 de Maio, e define-se como parceira do Governo da República de Angola em projectos de carácter social, em acções que valorizam o nacionalismo e o resgate de valores morais, cívicos, culturais e sociais.

ANTÓNIO PAULO 

domingo, 20 de maio de 2012

Mensagem da Fundação Agostinho Neto pelo passamento físico do Dr. João Vieira Lopes

A Fundação Dr. António Agostinho Neto inclina-se perante a memória do Dr. João Vieira Lopes. Nesta hora de consternação e luta, a Presidente da Fundação e seus membros, endereçam os seus sentimentos de pesar à família enlutada. A memória dos militantes pela nobre causa da emancipação do povo angolano, em todas as suas vertentes, as suas trajectórias políticas e humanas, o que os distinguiu nas suas convicções e dificuldades, são sem dúvida elementos que enriquecem a nossa idiossincrasia enquanto Nação, para a qual o Dr. João Vieira Lopes contribuiu ao longo de toda a sua vida. Honra à sua memória.

Maria Eugénia da Silva Neto

domingo, 13 de maio de 2012

Elogio fúnebre da Liga Africana ao saudoso Dr. João Vieira Lopes


JOÃO BATISTA DE CASTRO VIEIRA LOPES, NACIONALISTA, MEDICO, GUERRILHEIRO, P0LITICO, DEPUTADO, AMIGO E CAMARADA.

Estamos hoje aqui sem sombra para qualquer duvida a cumprir o doloroso dever de homenagear uma das mais brilhantes figuras do nacionalismo angolano, que esteve ligada a quase todos os momentos fundamentais da nossa luta de libertação nacional, que conduziu á independência de Angola e á consolidação do estado de Angola, olhando para o seu brilhante curriculum vê-se que foi indiscutivelmente quase um TOTALISTA, presente em quase todos os momentos da existência desta nossa querida pátria, facto inédito que só se conseguia, pelas suas inabaláveis convicções nacionalistas, á sua tenacidade, honestidade, grande espírito de humildade, amor pela justiça, verdade e sobretudo um grande respeito pela democracia e sua pátria que ele tanto ajudou a construir.

DR. JOÃO VIEIRA LOPES, PARA MUITOS DE NÓS O TIO JOÃOZINHO, tinha qualidades excepcionais como pessoa, amigo sempre disposto a ajudar, quer no plano da sua profissão, que desempenhava com um brilhantismo e profissionalismo inquestionável, quer pessoalmente revelando uma enorme sensibilidade que o caracterizava pelos problemas dos amigos familiares e não só.

Está indissociavelmente ligado á formação de muitos médicos em Angola.

Apesar das suas absorventes actividades na medicina, abraçou sempre causas solidárias, sociais e do desporto relevantes para a vida de muitos angolanos, das quais se destaca a LIGA AFRICANA, onde como sócio fundador, dirigiu a mesma durante vários anos com extrema ponderação, sentido de unidade e responsabilidade que todos lhe reconhecemos, que permitiu que esta associação desenvolvesse obras e actos de grande relevo para a vida da sociedade angolana, como: a transladação dos restos mortais do Cónego Manuel das Neves, a homenagem á paz, divulgação de obras literárias sobre o nacionalismo e luta de libertação de angola, actos de solidariedade para com os mais carenciados e tantos outras acções que são do domínio público só quando o seu estado de saúde se degradou saiu de uma posição da direcção activa para o cargo de presidente da Assembleia Geral que exerceu até á presente data.

Deixa nos a todos, família e amigos um enorme vazio e uma já sentida dolorosa saudade, que teremos certamente de superar.

JONYe LIGIA - filhos, HERMÍNIA- esposa, irmãos, sobrinhos, netos e demais familiares e amigos, o DR. JOÃO VIEIRA LOPES aos brilhantes oitenta anos desaparece fisicamente cumprindo o seu inevitável ciclo de vida ao qual estamos todos sujeitos, mas fica eternamente nos nossos corações, nos corações de milhares de angolanos que sabem e reconhecem a brilhante trajectória, humana, social e politica deste grande homem que temos hoje a dolorosa e espinhosa tarefa de dizer o ultimo adeus.

DESCANSA EM PAZ, NOSSO COMPANHEIRO, NOSSO AMIGO, DR. JOÃO VIEIRA LOPES.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Morreu o Dr. João Baptista de Castro Vieira Lopes

Dr. João Vieira Lopes
Dois dias após comemorarmos o seu 80º aniversário, morreu hoje 10-05-2012 às 7:30, o nacionalista Doutor João Baptista de Castro Vieira Lopes, Co-fundador do MPLA, guerrilheiro-médico, Professor da Universidade Agostinho Neto, Deputado à Assembleia Nacional na 1ª Legislatura - Presidente de Mesa da Assembleia Geral da Liga Africana e do Clube "O Vila", vítima de doença prolongada.

A Direcção da Liga Africana reunida extraordinariamente às 15h, decidiu por unanimidade juntar-se à familia enlutada nesta hora de dor e consternação, pela perda do nosso querido dirigente e amigo Joãozinho (nome de carinho com que era chamado pelos amigos chegados da sua geração) e, partilhar esforços para que lhe sejam prestadas as eêqueas fúnebres na nossa casa, no SALÃO NOBRE DA LIGA NACIONAL AFRICANA a partir das 18 horas de sexta-feira 11 de Maio de 2012.

O funeral será no cemitério do Alto das Cruzes, no sábado em hora a indicar.
Rendemos aqui uma singela homenagem a este intrépido nacionalista, apresentando a todos quantos estiveram junto dele, nomeadamente à sua familia e amigos mais chegados, os mais sentidos pêsames.

Paz à sua alma.
Direcção da Liga Africana

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Apresentação do Livro de Victor Fortes em Lisboa

No quadro do Protocolo de parceria entre o MIL - Movimento Internacional Lusófono e a Liga Africana, procedeu-se à apresentação da obra literária de Victor Fortes, na sede do MIL em Lissboa, no dia 11-04-2012.

Ao acto estiveram presentes destacados membro do Mil, nomeadamente o seu presidente Dr. Renato Epifâneo e o seu Vice-Presidente, bem como cidadãos de países representativos da lusofonia como Angola, Cabo Verde,, Moçambique, Portugal e Timor.

O Presidente abriu a sessão dando boas vindas e passou a palavra ao Vice-presidente Dr. Rui Martins que fez a apresentação do Autor e do livro Tecnologias de Informação & Comunicação.

Seguiu-se o autor que falou das motivações que o levaram a escrever esta obra, bem como do público alvo, para além de tecer considerações sobre as TIC em Angola.

Após o discurso do autor, seguiu-se um debate muito interessante e participado pelos presentes em que o autor respondeu as questões que lhe foram colocadas.

VIVA A LUSOFONIA


















domingo, 25 de março de 2012

Parceria Liga Africana - MIL (Movimento Internacional Lusófono)

No quadro do Protocolo de Parceria  entre a Liga Africana e o MIL – Movimento Internacional Lusófono, desloca-se a Portugal o nosso Secretário-Geral, Sr. Victor Fortes, onde para além de analisar a materialização do referido Protocolo, fará a apresentação da sua obra literária intitulada "Tecnologias de Informação & Comunicação" no dia 11 de Abril às 19h, na sede daquela instituição em Lisboa, Rua Mouzinho da Silveira, nº 23, ao Marquês.

Quaisquer informações serão prestadas pelo MIL, através do terminal 967044286 ou pelo E-Mail: info@movimentolusofono.org.

Contamos com a sua participação na divulgação desta informação e também com a presença de todos os que tiverem disponibilidade de o fazer.

Muito obrigado.
A Direcção da Liga Africana


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CONDOLÊNCIAS


Diógenes Boavida

Mais um filho da Liga Nacional Africana, proeminente nacionalista angolano, jurista consabido e então Ministro da Justiça de Angola e Deputado à Assembleia Nacional, Diógenes de Assis Boavida, deixa-nos.

A Direcção da Liga Africana, sucessora espiritual daquela associação, lamenta o falecimento do seu sócio fundador nº 6 e endereça à família enlutada os mais profundos sentimentos de pesar.

Paz à sua alma !

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A LIGA NACIONAL AFRICANA NA CONSTRUÇÃO DA NAÇÃO ANGOLANA

A Liga Africana iniciou um ciclo de Palestras, tendo realizado a primeira no dia 11 de Janeiro de 2012 sob o tema " A LIGA NACIONAL AFRICANA NA CONSTRUÇÃO DA NAÇÃO ANGOLANA ".

Foi palestrante o Prof. Dr. Vicente Pinto de Andrade, tendo como seu coadjutor - moderador, o Dr. Jaime Cohen.

Fez a apresentação da mesa e deu boas vindas aos presentes o destacado patriota, intelectual e jornalista Jaime de Sousa Araújo, Vice-Presidente e membro fundador da Liga Africana, herdeira espiritual da Liga Nacional Africana de que era digno dirigente.

Após um breve esplanação sobre os laços familiares e as vivências de famílias angolanas cujos nomes têm sido destacados pelo contributo que essas famílias vêm dando ao patriotismo nacional, tendo dado como exemplo os "Pinto de Andrade e os Vieira Dias", entrou no tema propriamente dito da palestra destacando o papel que a Liga Nacional Africana teve como contributo de forma significativa na preservação da cultura e identidade nacional, bem como na construção de uma nação livre e independente, permitindo a liberdade do povo africano, em particular dos angolanos.

O Professor Universitário e analista político Dr. Vicente Pinto de Andrade, enumerou a acção mobilizadora levada a cabo pela Liga Nacional Africana, durante a luta contra o regime colonial português.

Frisou que, a instituição teve o grande papel de denunciar todas as formas de descriminação racial e social que estavam contidas nas leis coloniais, impossibilitando os angolanos de participarem na vida civil do país e não só.

Disse também que “A história de libertação dos povos africanos das colónias portuguesas surgiu de diversas formas de resistência, como por exemplo, da produção literária de protesto e da denuncia escrita pelos intelectuais autóctones”.

No final, o Presidente da Liga Africana, Sr. António de Oliveira Madaleno agradeceu aos presentes e ofereceu um brinde no acto de encerramento da referida palestra.

Seguir-se-ão outras que teremos o prazer de anunciar.

Cordiais saudações

Victor Fortes

Secretário-Geral

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ciclo de Palestras - "A Liga Nacional Africana na Construção da Nação Angolana"

Dia 11 de Fevereiro de 2012, sábado - Salão Nobre da Liga Nacional Africana

9.30 – Recepção dos convidados

... ... 10:00 - Abertura - Direcção da LIGA AFRICANA

        10:15 - Orquestra Sinfónica Kapossoka

10:40 - Palestra

Tema : A Liga Nacional Africana na Construção da Nação Angolana
 
Prof. Dr. Vicente Pinto de Andrade
Palestrante


Moderador: Dr. Jaime Cohen

                                ---------     12:00 - Brinde e Encerramento   --------

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Luanda comemora hoje 436 anos da sua fundação

Cidade de Luanda comemora 436 anos
Em 1575, o capitão português  Paulo Dias de Novais, ao  desembarcar na Ilha do Cabo,  estabeleceu o primeiro núcleo de  colonos portugueses.

Luanda - A cidade de Luanda, capital de Angola, celebra nesta quarta-feira, 25 de Janeiro, o 436º aniver-sário da sua fundação, em 1576. Em 1575, o capitão português Paulo Dias de Novais, ao desembarcar na Ilha do Cabo, estabeleceu o primeiro núcleo de colonos portugueses: cerca de 700 pessoas, das quais 350 homens de armas, religiosos, mercadores e funcionários públicos.

Um ano depois (1576), reconhecendo não ser aquele lugar adequado, avançou para terra firme e fundou a vila de São Paulo da Assunção de Luanda e lançou a primeira pedra para a edificação da igreja dedicada a São Sebastião, onde se encontra hoje o Museu das Forças Armadas.


Trinta anos mais tarde, com o aumento da população europeia e do número de edificações, a vila de São Paulo da Assunção de Luanda tomou foros de cidade, estendendo-se de São Miguel ao largo fronteiriço ao antigo Hospital Maria Pia.
No período da União Ibérica, em 1618 foi construída a Fortaleza de São Pedro da Barra. A cidade tornou-se no centro administrativo de Angola desde 1627.

Em 1634 foi construída a Fortaleza de São Miguel de Luanda. A cidade foi conquistada e esteve sob o domínio da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, de 1641 a 1648, quando foi recuperada para a Coroa Portuguesa por uma expedição enviada da Capitania do Rio de Janeiro, Brasil, por Salvador Correia de Sá e Benevides.

Pedro Pires assume a presidência da Fundação Amílcar Cabral

Pedro Pires
Pedro Pires, que substitui Corsino Fortes, foi eleito segunda-feira (23) presidente da Fundação Amílcar Cabral pelo Conselho Geral da organização.

Praia - O ex-presidente da Cabo Verde, Pedro Pires, um dos históricos da luta de libertação nacional da Guiné Bissau e Cabo Verde, assumiu a presidência da Fundação Amílcar  Cabral.

Pedro Pires, que substitui Corsino Fortes, foi eleito segunda-feira (23) presidente da Fundação Amílcar Cabral pelo Conselho Geral da organização.

De acordo com Pedro Pires, um dos objectivos prioritários será concluir a recolha para publicação de escritos de e sobre Amílcar Cabral. Segundo a Televisão de Cabo Verde (RTC), Pedro Pires já tem em preparação a publicação de suas próprias memórias.

Outro ponto do futuro plano de actividades que deve ser aprovado dentro de três meses é a recolha de opinião e dados sobre a edificação do Estado soberano de Cabo Verde.

O ex-presidente da República pretende transformar a Fundação num espaço de debate apartidário da actualidade.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Manifestação de pesar pelo passamento físico do Rei do Bailundo, Ekuikui IV


Ekuikui IV - Rei do Bailundo
Foi com profundo pesar que a Liga Africana tomou conhecimento do pas-samento físico do Rei Ekuikui IV.
Recordamos o sentido de Estado deste nacionalista africano, quando da visita que uma nossa delegação fez ao Bailundo, dando-nos uma lição de cultura e a demonstração da resistência de um Povo que orientou durante o período de guerra.
Ao Povo do Bailundo, ao séquito da Ombala Mbalundo e à família enlutada, apresentamos as nossas mais sentidas condolências.

Homem de poucas palavras, mas defensor das tradições e honra do povo, Ekuikui IV chegou ao trono do Reino do ­Bailundo em 1996, substituindo Manuel da Costa, Ekuikui III. Família nobre das gerações de Ekuikuis, Augusto Cachitiopololo foi soba adjunto do Bailundo durante o reinado de Ekuikui III. Antes desta entronização, foi soba e regedor da comuna do Luvemba, na embala de Chicunda.
Depois de assumir o cargo, em 1996, Augusto Cachitiopololo passou a Ekuikui IV e deu seguimento ao trabalho realizado pelo antecssor, Manuel da Costa, Ekuikui III, tendo, desde então, mantido contactos regulares com o Presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, facto que levou ao desenvolvimento e crescimento sustentável da região do Planalto Central.

Em 2008 foi eleito deputado do MPLA pelo Círculo Nacional e participou em vários debates na Assembleia Nacional, dos quais há a ressaltar aquele que levou à aprovação da primeira Constituição da República de Angola, tendo na altura exprimido, em declarações ao Jornal de Angola, o seguinte: “Estou satisfeito, porque temos uma Constituição da República e o Executivo é apoiado por todos aqui no Bailundo e pelo partido com larga maioria”.

O Rei Ekuikui IV faleceu no dia 14 de Janeiro de 2012 aos 94 anos, vítima de doença.

Qua a sua alma descanse em paz!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Presidente da República - Mensagem de Ano Novo

Luanda - Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

Íntegra do discurso presidencial de fim de ano.

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA

Luanda, 28 de Dezembro de 2011

CAROS COMPATRIOTAS,

Mais um ano chega ao fim e, de acordo com a tradição, este constitui um momento para partilhar com todos vós algumas reflexões sobre os problemas mais urgentes que ainda nos afligem e para deixar também aqui uma mensagem de esperança e de confiança.

Nós acreditamos num futuro melhor e na capacidade do nosso povo de vencer todas as dificuldades, mesmo os problemas mais complexos e difíceis. A nossa história assim nos ensina.

Por mérito próprio conseguimos alcançar tudo aquilo que queríamos. Com determinação, coragem, firmeza e grande vontade de vencer conquistamos a Independência, e mais tarde a Paz, construímos o nosso Estado e estamos a desenvolver o País em democracia.

Todos os Angolanos contribuíram para que chegássemos onde estamos. É legítimo, no entanto, que queiramos mais. Não podemos baixar os braços, porque ainda não realizamos o nosso sonho de construir uma Angola para todos onde cada família se sinta realizada, possuindo o necessário para ter uma vida condigna.

Permanecem por realizar alguns dos nossos objectivos essenciais, tais como erradicar a fome, a pobreza e o analfabetismo; as injustiças sociais, a intolerância, os preconceitos de natureza racial, regional e tribal, etc.

Apesar dos resultados positivos que atingimos, ainda há e haverá sempre, como é natural, por causa da evolução e do crescimento, aspectos e problemas a requererem mais atenção e resolução prioritária nos domínios da educação, saúde, habitação, emprego e do fornecimento de água e energia.

O Estado, a Sociedade Civil e o sector privado devem continuar a conjugar e a aumentar os seus esforços com o objectivo de:

- Corrigir o que está mal;
- Melhorar o que está bem;
- Criar coisas novas onde for necessário para aumentar a nossa capacidade de resposta e satisfazer as
  necessidades da sociedade.

O caminho do desenvolvimento e do progresso faz-se com o trabalho de cada cidadão e exige de cada empresa pública ou privada e de cada instituição pública, uma disciplina determinada, uma orientação clara e condução responsável.

Requer ainda a unidade da Nação, a coesão social, estabilidade política e respeito pelos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, bem como o respeito pelas instituições democráticas.

Por essa razão, temos de continuar a criar condições para que nenhum cidadão nacional se sinta excluído do processo de crescimento do País ou discriminado por factores de ordem subjectiva.

A concretização desta intenção de inclusão social passa pela adopção de políticas públicas que acelerem a absorção dos agentes económicos do sector informal pela economia formal e pela desconcentração da actividade administrativa, económica, produtiva, social e cultural da capital do País e das sedes de Província para os Municípios, Comunas, Aldeias e Povoações por forma a canalizarmos para aí mais recursos técnicos, financeiros materiais e humanos, através da administração pública e das empresas e combater as assimetrias regionais.

Assim criaremos, paulatinamente, condições e oportunidades para que todos beneficiem do clima de paz e dos frutos da Reconstrução Nacional e do desenvolvimento do País.

Esta tendência vai ser acentuada a partir de 2012, por força de uma melhor coordenação da implementação da Lei das Micro, Pequenas e Médias Empresas, do Programa Nacional de Reabilitação das Vias Secundárias e Terciárias, do Programa Água para Todos, do Programa da Municipalização dos Cuidados de Saúde, do Programa do Desenvolvimento e Comércio Rural e do Programa de Habitação Social.

A referida Lei deve ser aplicada de modo criativo para que beneficiem também pequenos empreendedores tais como, as mulheres que se dedicam ao comércio ambulante, os criadores de cultura como os músicos, as produtoras, as associações de dança e de teatro, produtores de artesanato, artistas plásticos, etc.

Reconheço como natural a expectativa e a vontade de ver resolvidos rapidamente todos os problemas. Mas, temos contra nós o tempo.

Tudo requer tempo para ser feito!

Em 2012 vão cumprir-se apenas dez anos de paz e o caminho percorrido, desde então, permite-nos concluir que se fez tudo o que esteve ao nosso alcance para chegarmos onde estamos.

O que a Nação fez é positivo e dá-nos a esperança de que podemos fazer melhor agora e atingir as metas que estamos a preconizar a médio prazo e garantir uma vida melhor para todos.

CAROS COMPATRIOTAS

O mundo está em constante transformação e é compreensível o desejo de todos aspirarmos a uma mudança para melhor nas nossas vidas.

Esse é um sentimento normal no ser humano e que o faz avançar sem parar para conquistar cada vez mais progresso e bem-estar.

A nossa história recente ensinou-nos, no entanto, que o processo de mudança pode ser brusco e radical ou evolutivo e suave, por fases.

Os processos radicais provocam rupturas e grande desorientação inicial com consequências sociais graves.

As mudanças que decorrem através de processos democráticos e pela via do diálogo, da compreensão mútua, da convivência pacífica e do estrito cumprimento da legalidade, garantem estabilidade social e política.
No ano que dentro de dias começa, vamos realizar pela terceira vez eleições para a escolha dos nossos Deputados à Assembleia Nacional e do Presidente da República, Titular do Poder Executivo.

Estão a ser criados os mecanismos legais para que essas eleições sejam bem organizadas, transparentes e justas.

Cabe a todos, aos cidadãos eleitores em particular, a grande responsabilidade de fazerem a escolha certa para que seja garantida a continuidade da construção de uma Angola de paz, de democracia e de desenvolvimento.

Alguns Partidos Políticos já anunciaram o candidato à Presidente da República que vão apoiar nas próximas eleições. Outros vão pronunciar-se brevemente, como é natural.

Ainda temos oito meses pela frente o que importa é que cada um, no seio da sua família, encontre nesta Quadra Festiva o amor e a energia necessários para seguirmos em frente, num espírito de unidade e de solidariedade social, defendendo os superiores interesses da Pátria angolana.

Eu desejo a todos

FESTAS FELIZES E

UM PRÓSPERO ANO NOVO!