quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Discurso do Presidente da Liga Africana - Tomada de Posse - Novos Corpos Sociais

Intervenção do Presidente da Direcção da Liga Africana por ocasião do empossamento seu e dos Órgãos Sociais  para o triénio 2015-2017

 
Tomada de posse dos Novos Corpos Directivos da Liga Africana

 
 
 
Saudações aos presentes:


Não se pretendeu, intencionalmente, conferir solenidade ao presente momento à altura da tradição da Liga Africana, em virtude da concomitante ocorrência de acontecimentos inesperados e conjunturais na sociedade, mas com reflexos muito condicionantes na disponibilidade de alguns colegas em participarem neste acto e na hospitalidade e beleza que os experientes responsáveis da Liga Africana sabem agraciar aos seus convidados no quadro das suas actividades.

Inesperado foi o passamento para o mundo metafísico de um respeitado cidadão e membro da família Vieira Lopes, a qual tem igualmente laços de parentesco com as famílias Jardim e Araújo, das quais provêm alguns membros dos órgãos sociais que são empossados neste singelo acto; conjunturais são os temores inerentes ao desfavorável momento económico nacional, oportunamente bem caracterizado e bem explicado a nação por Sua Excelência o Chefe do Estado e do Executivo do nosso país, Eng. José Eduardo dos Santos e no contexto institucional, o desconforto da Liga Africana de (ainda) não poder dispor de espaço suficiente para o seu funcionamento, numa infraestrutura que a abriga por obséquio e edificada pela sua precursora.

Cumpre-nos manifestar, em nome de todos sócios da Liga, a nossa comunhão de sentimentos de pesar às famílias Vieira Lopes e Jardim, por aquela ocorrência inesperada e infausta; as questões conjunturais nacionais e institucionais só podem impelir a cada um de nós a trabalhar e a dialogarmos ainda mais e melhor, no sentido de as dissiparmos a breve trecho.

Apesar dos constrangimentos acima citados, não nos podemos isentar da obrigação de, de forma sumária, fazer verter algumas despretensiosas, e pela natureza caloira nossa nesta actividade, tão desajeitadas como sinceras reflexões:

Excelências,

A Liga Africana sente-se sucessora da Liga Nacional Africana não apenas em virtude de muitos dos seus prestigiados e prestigiantes fundadores terem sido membros, na difícil e conturbada época colonial, desta sua antecessora; a relação de ascendência e descendência entre as duas instituições, resulta do facto da Liga Africana incorporar “ in toto” no espírito dos seus sócios e na letra dos seus estatutos, os valores de solidariedade social, difusão de virtudes culturais, disseminação do conhecimento, valorização integral da cidadania, promoção da paz e observância de paradigmas de moralidade, que já eram apanágio, formulado com o extremo cuidado que o contexto colonial exigia, dos Fundadores em 1912 da Liga Angolana e em 1930 da Liga Nacional Africana.

A interacção inteligente com as autoridades coloniais dos dirigentes daquelas duas organizações antecessoras da actual Liga Africana não impediu, antes pelo contrário promoveu, que neste edifício fosse progressivamente amadurecido o sentimento, segundo o qual, Angola tinha que libertar-se do colonialismo. Muitas das graúdas figuras conhecidas do nacionalismo angolano foram membros e em alguns casos lídimos dirigentes das nossas antecessoras;

Ao ter sido alcandorado pelos sócios da Liga Africana para este posto de Presidente da Direcção da Liga Africana, apenas posso compreende-lo no contexto de infinita bondade dos meus compatriotas, porquanto nenhum dos meus humildérrimos atributos e conhecidas fragilidades, podem assemelhar-se às inemuláveis qualidades de graúdas figuras desta urbe e ex-presidentes da Liga, como foram os casos de António Assis Júnior (1930-1933), Francisco Alves Fernandes (1933-1936), Manuel Pereira do Nascimento(1936), João Cândido Furtado D´Antas (1937), Cónego Manuel Joaquim Mendes das Neves (1941-46) e outros antes da Independência bem como de João Baptista de Castro Vieira Lopes e finalmente António de Oliveira Madaleno, que por graça tanto sua como Providencial, permitiu que sejamos seu substituto.

Um sentimento não desvanece apenas com construções jurídicas, quando a legalidade parece estar dissociada da legitimidade, do bom senso e da sequência natural das coisas e dos processos.

Cumprido o aspecto da agenda consistente na libertação Nacional do fardo do colonialismo, pelo qual muitos dos Pais fundadores desta Liga consagraram a sua actividade onírica, racional, física, criadora e de génio organizador, a obra do desenvolvimento humano, uma expressão de admissão relativamente recente na reflexão multidimensional da realidade das sociedades, não está e nem pode estar, pela sua natureza longitudinal na vida das nações, definitivamente acabada.

A Liga Africana inspira-se nas aspirações nobres dos país fundadores das suas antecessoras e os seus membros disponibilizam-se em trazer para este espaço de comunhão cívica de ideias e realizações, as reflexões, esforços e acções que identificam como sendo partilháveis com os consócios ou valorizantes para outros membros na sociedade, e.g. na assistência social em benefício dos que não tiveram a ventura de serem preparados suficientemente para a competitividade crescente, que se assiste na nossa sociedade; contribuir na difusão da instrução e da preparação profissional das gerações que dela mais dependem para a afirmação da sua cidadania em particular e do país no geral; apresentar-se igualmente contributiva na rede de instituições participantes no esforço nacional de disponibilizar o conhecimento, sem o qual há praticamente exclusão da cidadania nacional e mundial das pessoas, etc.

Por outro lado, a Liga Africana herdou igualmente a tradição das suas antecessoras em estar próxima das nossas diásporas, estando bem documentada, por exemplo, na correspondência de Higino Aires Machado, membro da Direcção da Liga Nacional Africana na segunda metade dos anos 40 do século passado, enviada ao então estudante de medicina em Lisboa e Coimbra e posteriormente, de saudosa memória primeiro Presidente do nosso país, Dr. António Agostinho Neto, na qual este era convidado a dirigir a filial da Liga em Lisboa.

Hoje a Liga Africana é um regular e respeitado participante das actividades da rede de organizações cívicas da CPLP e dos PALOP, pelo que no contacto não apenas com as diásporas mas também com representantes de outros povos, por enquanto lusófonos, se materializa igualmente a amizade e solidariedade com outros povos do mundo.

A Liga Africana pretende, no mandato trienal que hoje inicia, constituir-se exclusivamente no âmbito do preceituado no artigo 48º da Constituição da República de Angola (Liberdade de Associações) e da Lei nº 14/91 de 11 de Maio (Lei das associações), em refúgio dos seus sócios para a troca de ideias que incentivem as virtudes promotoras da paz, da justiça, da moralidade e do bem comum bem como disponibilizar-se de forma cada vez mais relevante, em parceiro dos poderes públicos instituídos, na assistência aos mais necessitados e valorização do património material e imaterial das populações.

É óbvio que as pessoas não tratam nos clubes desportivos a que porventura pertençam de assuntos relacionados com a sua religiosidade; igualmente não levam aos templos religiosos das suas opções confessionais questões fracturantes das suas simpatias desportivas na relação com outros fiéis, ou o mesmo se diria, “mutatis mutandis” das regras de convivência em outros espaços sociais não selectivos.

Na Liga Africana realizaremos sem esmorecer e enquanto os nossos corações continuarem a latir um exercício de persuasão, encorajando acções e reflexões, enquadradas nos marcos do que todos em comum aspiramos como filhos do mesmo país.

Embora possa parecer redundante mas não é extemporâneo reiterar que o ordenamento jurídico do nosso país, que preside à constituição e funcionamento das associações, não autoriza muito menos incentiva, que elas se metamorfoseiem em associações para fins lucrativos; ao não sê-lo e também nunca o foi, a Liga não pode ser, por maioria de razão, a fonte principal supridora de proventos eventualmente desmerecidos aos seus sócios. A estrita aplicação do princípio da rigorosa gestão dos parcos recursos patrimoniais e financeiros disponíveis em conciliação com a pauta de actividades efectivas a levar a cabo, deve definir com lisura os termos do mérito e demérito no acesso àqueles.

Igualmente, a Liga deve contribuir para uma crescente qualificação dos seus servidores e na medida do possível atrair para os seus órgãos de apoio cidadãos com experiência empírica e conhecimentos científico-técnicos elevados, susceptíveis de tornar a Liga mais relevante para a sociedade angolana.

Recuperar e exaltar, ainda que com algum sentimento nostálgico, a profícua actividade cultural e nacionalista de nobres cidadãos ou grupos destes, no contexto da resistência generalizada ao colonialismo, é um imperativo de justiça para com aqueles e de educação das gerações actuais.

Estas reflexões, Excelências e estimados colegas e amigos, são os ideais que vão traduzir-se em planos, projectos, programas de actividades e acções da Liga Africana, esperando que continue a ser-nos concedida por todas pessoas de bem, suficiente apoio moral e material, à medida das possibilidades de cada sócio, cidadão ou instituição, para melhor homenagearmos os visionários e distintos fundadores e dirigentes que nos legaram este importantíssimo instrumento de intervenção e valorização social dos angolanos: A LIGA AFRICANA.


Muito obrigado pela vossa atenção.

Luanda, 7 de Fevereiro de 2015


Carlos Mariano Manuel
Presidente da Liga Africana


Criado o Fórum Angola Portugal

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

13 de Dezembro de 2014 - Eleitos Novos Corpos Directivos

NOVOS CORPOS DIRECTIVOS ELEITOS EM ASSEMBLEIA GERAL NO DIA 13/12/2014-

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente - Maria Amélia Gomes Barros da Lomba
Vice-Presidente - Rosa de Jesus Assis Araújo
Secretário - Alfredo Cardoso
Relator - Patrícia Ângela Soares Silva

DIRECÇÃO
Presidente -  Carlos Mariano Manuel
Vice-Presidente - Carlos Alberto Simões Ferreira
Vice-Presidente Maria Arleth Monteiro Jardim
Vice-Presidente - Maria Cristina Ataíde e Pinto
Secretário-Geral - Victor de Jesus Fortes
Secretário-Geral Adj. - David José Manuel Martins
Secretário-Tesoureiro - Judith Cirilo de Sá
Vogais Efectivos: - Victor Nicolau de Sousa Araújo
                              - Zenóbia Barbosa Bessa
                              - Luís Henrique Pereira
                              - Gina Maria de Carvalho
                              - Joaquim Salvador Augusto

CONSELHO FISCAL E JURISDICIONAL
Presidente - António de Oliveira Madaleno
Vice-Presidente - Francisco Filomeno Vieira Lopes
Vogal Osvaldo Castelo Branco

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

NOVOS CORPOS DIRECTIVOS ELEITOS EM ASSEMBLEIA GERAL NO DIA 13/12/2014-

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente - Maria Amélia Gomes Barros da Lomba
Vice-Presidente - Rosa de Jesus Assis Araújo
Secretário - Alfredo Cardoso
Relator - Patrícia Ângela Soares Silva

DIRECÇÃO
Presidente -  Carlos Mariano Manuel
Vice-Presidente - Carlos Alberto Simões Ferreira
Vice-Presidente Maria Arleth Monteiro Jardim
Vice-Presidente - Maria Cristina Ataíde e Pinto
Secretário-Geral - Victor de Jesus Fortes
Secretário-Geral Adj. - David José Manuel Martins
Secretário-Tesoureiro - Judith Cirilo de Sá
Vogais Efectivos: - Victor Nicolau de Sousa Araújo
                              - Zenóbia Barbosa Bessa
                              - Luís Henrique Pereira
                              - Gina Maria de Carvalho
                              - Joaquim Salvador Augusto

CONSELHO FISCAL E JURISDICIONAL
Presidente - António de Oliveira Madaleno
Vice-Presidente - Francisco Filomeno Vieira Lopes
Vogal Osvaldo Castelo Branco


Assembleia Geral
 
Presidente. eleito - Professor Doutor Carlos Mariano Manuel


Jantar de confraternização

terça-feira, 9 de julho de 2013






VENHA CONNOSCO * VENHA COM AS MAMÃS DO SAMBIZANGA, RANGEL, CAZENGA, SAMBA, ETC.... VENHA COM AS MAMÃS DAS IGREJAS DE LUANDA.


Temos de 8 a 10 autocarros preparados para esse efeito. As inscrições estão a ser feitas na Liga Africana, nas Paróquias e nas Administrações Municipais até ao dia 25/07.

Os interessados pagam uma pequena parcela do valor total, ou seja, a viagem com os acessórios tem um custo de 6.000, kzs por pessoa mas só paga 2.000,00. 

Esse valor cobre a viagem de autocarro - ida e volta e ...

Senhoras - 1 fita de identificação, 1 chapéu ou lenço e 1 camisola. Se desejar um pano com a imagem da Sra. da Muxima, poderá adquiri-lo ao preço de 1.000,00 Kzs

Homens - 1 fita de identificaçao, 1 boné e 1 camisola.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

LIGA AFRICANA HOMENAGEIA

A Direcção da Liga Africana, herdeira espiritual da Liga Nacional Africana homenageou nos passados dias 16, 17 e 18 de Novembro vários nacionalistas naturais do Kuanza-Norte: Augusto Silvério Ferreira, Rodrigo Teles Pereira Bravo, Mariano Pereira Bravo, Amílcar Carreira, Abel Correia Victor, Gervásio Ferreira Viana, Monsenhor Manuel Mendes das Neves, Manuel Ramos da Cruz, Joaquim Pinto de Andrade e Mário Pinto de Andrade. https://www.facebook.com/#!/ligaafricana/photos_albums

sábado, 16 de junho de 2012


Alguns membros da Direcção presentes ao acto

Festa da criança africana - Escola de Liga Nacional Africana


terça-feira, 29 de maio de 2012

Mestre Kamosso - Exímio executor de Hungu
Um mestre “Abandonado”


Em 1927, nascia no município de Cassanzo, província do Bengo, Miguel Adão Banga ou simplesmente Kamosso.

Encontrado pelo repórter do "O Novo Jornal" que percorreu cerca de 60 quilómetros até ao município de Icolo e Bengo, na vila de Catete, em Luanda, para visitar o mestre do Hungu.

Hoje aos 85 anos, Kamosso enfrenta enormes dificuldades de saúde e para sobreviver faz um exercício titânico.

Fisicamente debilitado, olhar triste, roupas sujas, o mestre do hungu contou que se encontra numa situação de “miséria e abandono”. A sua condição social, de acordo com ele, contribui negativamente para o seu estado de saúde, que se tem revelado cada vez mais precário.

O mestre afirmou que o estado em que se encontra, representa uma “vergonha” para o Governo angolano e a sociedade em geral, por tudo que fez em prol da cultura nacional.

“É vergonha papá. Do jeito que estou, é uma vergonha para o nosso Governo. Para comer tenho de ir tocar na praça. Se eu tivesse aqui em casa um bocado de fuba, peixe e arroz não devia mais ir às barracas tocar.

As pernas não aguentam mais. Estou cansado”, afirmou Kamosso enquanto reclamava das fortes dores nas pernas que o afecta já há algum tempo.

Tocados por esta triste e lamentável situação, a Liga Africana solidariza-se com este mais velho e lança um veemente apelo ao Ministério da Cultura e à SOCIEDADE em geral, de ajuda a este simbolo da cultura nacional.

domingo, 27 de maio de 2012

Liga Africana perde mais um membro fundador


Narciso Coche da Costa

A Liga Africana perde mais um membro fundador.

Narciso Coche da Costa, sócio fundador e Secretário-geral Adjunto da Liga Africana, morreu no passado dia 24/05/2012, após prolongada doença.

Nesta hora de dor e consternação, a Direcção, em nome de todo o corpo directivo e sócios da Liga Africana, endereça aos familiares os mais profundos sentimentos de pesar pela perda deste ilustre filho de Angola.

Paz à sua alma.

Liga Africana organiza Fórum

Novo Jornal - Edição nº 227 - 25 de Maio 2012 Associações cívicas discutem papel de Angola na CPLP

O papel de Angola na Comunidade de países de Língua oficial Portuguesa (CPLP) é o tema de um fórum a ser realizado no mês de Julho, em Luanda, pela Liga Africana, em parceria com a Federação Portuguesa das Associações Cívicas do Espaço Lusófono (FACEL), soube o Novo Jornal junto da organização do evento.

De acordo com Jaime Araújo, coordenador da comissão preparatória e vice-presidente da Liga Africana, o fórum, para além de avaliar a missão de Angola na CPLP, irá igualmente abordar o uso da língua portuguesa como troca de valores culturais entre os lusófonos.

Aquele líder associativo entende que a lusofonia não está somente centrada na língua portuguesa, como meio de comunicação e unidade dos povos, mas “na troca de valores sociais e culturais, para que haja unicidade espiritual” entre os membros da comunidade.

“O problema é espiritual e é necessário que essa comunidade se sinta igual e fraternal”, justificou
Jaime Araújo.

O aumento de mais Estados no seio da CPLP é uma outra situação que a Liga Africana pretende abordar no encontro. Jaime de Araújo afirma que a organização lusófona deveria estar mais empenhada no diálogo com as comunidades cívicas, para a compreensão dos problemas candentes que, no seu entender, ainda dividem a lusofonia.

“Quando se fala em lusofonia, deve-se pensar também na cultura, na dança e na forma de viver de outros povos da comunidade e não somente em aspectos políticos. A lusofonia é dar e receber. Significa falarmos a língua e comermos a comida de outros povos.

E vice-versa. As associações cívicas pretendem colaborar com estes aspectos na CPLP. Mas somos sempre preteridos em detrimentos dos assuntos políticos”, constatou.

Nos debates, de acordo com o interlocutor, pretende-se também analisar o fenómeno do regresso ao país de quadros angolanos formados na diáspora, para o preenchimento daquilo que chama de “desigualdade nas oportunidades laborais a favor dos estrangeiros” em Angola. “Há uma percentagem exagerada de técnicos estrangeiros a trabalhar em Angola.

Porque é que os angolanos que foram formar-se não regressam? Onde é que estão os angolanos”, questiona-se Jaime Araújo.

A par disso, a organização do fórum tenciona avaliar o processo escravocrata ocorrido nos séculos passados, que, segundo aquele líder associativo, “fertilizou as terras brasileiras”.

O coordenador explicou que o evento contará com a participação de representantes do Estado angolano e de outros Estados membros da CPLP, bem como de associações cívicas da organização lusófona.

Falando sobre o papel de Angola à frente dos destinos da lusofonia, o vice-presidente da Liga Africana dá nota positiva à presidência angolana na comunidade, afirmando que o Estado de Angola tem sabido corresponder com os programas traçados, neste seu primeiro mandato para o biénio 2010/2012. “Mas não são somente os assuntos políticos que fazem a lusofonia, há também os aspectos que já
referi, que são o intercâmbio cultural entre povos, convivência social, etc.

Isso, sim, é lusofonia”, conclui o entrevistado expectante pela realização do fórum.

A Liga Africana, sucessora espiritual da Liga Nacional Africana, é uma associação de utilidade pública criada ao abrigo da Lei 14/94, de 11 de Maio, e define-se como parceira do Governo da República de Angola em projectos de carácter social, em acções que valorizam o nacionalismo e o resgate de valores morais, cívicos, culturais e sociais.

ANTÓNIO PAULO 

domingo, 20 de maio de 2012

Mensagem da Fundação Agostinho Neto pelo passamento físico do Dr. João Vieira Lopes

A Fundação Dr. António Agostinho Neto inclina-se perante a memória do Dr. João Vieira Lopes. Nesta hora de consternação e luta, a Presidente da Fundação e seus membros, endereçam os seus sentimentos de pesar à família enlutada. A memória dos militantes pela nobre causa da emancipação do povo angolano, em todas as suas vertentes, as suas trajectórias políticas e humanas, o que os distinguiu nas suas convicções e dificuldades, são sem dúvida elementos que enriquecem a nossa idiossincrasia enquanto Nação, para a qual o Dr. João Vieira Lopes contribuiu ao longo de toda a sua vida. Honra à sua memória.

Maria Eugénia da Silva Neto

Comboio da Canhoca ( 2004 ) 87 min | 35 mm/cor Realização: Orlando Fortunato SINOPSE OFICIAL: Angola, Malange, 1957. Consequência de uma ...